
Por quantas vezes não nos vemos na situação de acordar incomodado, excitado ou até mesmo feliz com o que foi visto e “vivido” num simples sonho? Perdemos as contas. Porem um simples sonho é fácil de resolver, basta acordar, mas e quando já estamos, ou deveríamos, estar acordados?
Dias, meses e anos imersos em planos, sonhos na verdade, que ao longo do caminho vemos que estão sendo perseguidos por nós de maneira errada, e nesses casos o despertar é sempre lento e desgastante. É muito romantismo achar que TODOS, sem exceção de caso, os sonhos serão realizados se simplesmente corrermos atrás, ninguem ganha sempre, somos humanos e é da natureza humana a fraqueza tanto quanto a força.
Tão valoroso, e mais inteligente, quanto nos dedicarmos a uma causa e reconhecer quando uma causa é perdida ou indigna de nossos esforços. É sempre muito importante saber a diferença entre sermos persistentes e simplesmente teimosos. Por muitas vezes temos o medo de mudar de direção, ou até mesmo de voltar, quando assim o é necessário.
Por fim, creio que posso finalizar simplesmente lembrando o enorme espaço de tempo que muitas pessoas perdem apenas sonhando quando se conformam com a então atual situação e não admitem que, bem no fundo de seus íntimos, ainda continuam com o velho romantismo de achar que por obra de alguma orça superior serão salvos desse poço de inercia e total falta de atitude onde a pedra que os puxa para o fundo tem o enorme peso da covardia.
Dias, meses e anos imersos em planos, sonhos na verdade, que ao longo do caminho vemos que estão sendo perseguidos por nós de maneira errada, e nesses casos o despertar é sempre lento e desgastante. É muito romantismo achar que TODOS, sem exceção de caso, os sonhos serão realizados se simplesmente corrermos atrás, ninguem ganha sempre, somos humanos e é da natureza humana a fraqueza tanto quanto a força.
Tão valoroso, e mais inteligente, quanto nos dedicarmos a uma causa e reconhecer quando uma causa é perdida ou indigna de nossos esforços. É sempre muito importante saber a diferença entre sermos persistentes e simplesmente teimosos. Por muitas vezes temos o medo de mudar de direção, ou até mesmo de voltar, quando assim o é necessário.
Por fim, creio que posso finalizar simplesmente lembrando o enorme espaço de tempo que muitas pessoas perdem apenas sonhando quando se conformam com a então atual situação e não admitem que, bem no fundo de seus íntimos, ainda continuam com o velho romantismo de achar que por obra de alguma orça superior serão salvos desse poço de inercia e total falta de atitude onde a pedra que os puxa para o fundo tem o enorme peso da covardia.
Rodrigo Oliveira