Bom, algumas datas, não deixamos passar aqui no blog. Estou hoje aqui pra dar os parabens a todas as mulheres que frequentam o Sarau, e as que não frequentam tb. Desejo a todas vcs tudo de bom e muitas felicidades. bjos
Rodrigo
Estou presente em todos
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Após um período em silêncio, eis que retorno. Faz um tempo que não venho deixa aqui minha marca, mas finalmente as ideias me voltaram rs. Nesse texto falo de algo sutil e com o passar do tempo vista de uma maneira equivocada por nós. Espero que gostem.
Estou presente em todos;
Mas em muitos fui sendo morta aos poucos.
Com o passar do tempo fui sendo vista de uma maneira modificada e errada;
Mas em essência continuo inalterada.
Dizem faço as pessoas chorarem e fraquejarem;
Na verdade só me faço presente para elas enxergarem.
Não mostro o que se lê nas primeiras linhas;
Indico-lhe as entrelinhas.
Você não precisa de mim para ver o que está exposto;
Mas observando bem os olhos, revelo-lhe o que se esconde atrás de um rosto.
Sua pele não precisa de mim para sentir um vendaval violento;
Mas faço com que sinta a sutileza de uma brisa que passa num breve momento.
Você não precisa de mim para notar a gritaria de um louco varrido;
Mas para notar o que, não em palavras, está sendo dito.
Estou presente em todos, mas não necessariamente sou uma personalidade ou identidade;
Eu me chamo, sensibilidade.
Rodrigo
Estou presente em todos;
Mas em muitos fui sendo morta aos poucos.
Com o passar do tempo fui sendo vista de uma maneira modificada e errada;
Mas em essência continuo inalterada.
Dizem faço as pessoas chorarem e fraquejarem;
Na verdade só me faço presente para elas enxergarem.
Não mostro o que se lê nas primeiras linhas;
Indico-lhe as entrelinhas.
Você não precisa de mim para ver o que está exposto;
Mas observando bem os olhos, revelo-lhe o que se esconde atrás de um rosto.
Sua pele não precisa de mim para sentir um vendaval violento;
Mas faço com que sinta a sutileza de uma brisa que passa num breve momento.
Você não precisa de mim para notar a gritaria de um louco varrido;
Mas para notar o que, não em palavras, está sendo dito.
Estou presente em todos, mas não necessariamente sou uma personalidade ou identidade;
Eu me chamo, sensibilidade.
Rodrigo
Estão enganando você
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sábado, 2 de janeiro de 2010
Não é novidade para ninguem que a TV nos engana, e muito. Tambem não é novidade que eu sempre critico a TV, mas um caso em especial mostra que o que ocorre na frente das câmeras é mais falso do que pensávamos.
Fim ,de ano, tempo de festa, fraternidade e boa vontade correto? Normalmente sim, mas nem sempre, a mesquinharia e prepotência de certos "formadores de opinião", não a minha, fazem com que nos perguntemos até onde vai a falsidade de certos indivíduos. Alguns devem ter visto que no Jornal da Record, com Boris Casoy, ao dar a notícia do prêmio da MEGA-SENA o facínora (sim, um trapaceiro que engana a todos) do Boris Casoy esqueceu que o microfone estava ligado e expressou com clareza a sua preconceituosa, burra e prepotente opinião a respeito do que ele mesmo chamou de "o mais baixo na escala do trabalho", os garis.
Vemos todas as noites ele dar notícias de todos os assuntos possíveis, mas daí me vem a pergunta, será que sempre depois de uma notícia de tragédia ele não cai na gargalhada? Por que ao que parece ele se julga superior, não me surpreenderia saber depois que ele faz comentários do tipo "hahaha bando de favelados, não tem onde morar e agora vem o barranco por cima num dia de chuva, bem feito". Pessoas o veem e pensam "esse cara é sério, sempre critica tudo que tá errado" e o seu bordão "isso é uma vergonha", agora serve muito bem para se referir a ele mesmo. E tambem não vai me surpreender quando, num tentativa de enganar mais uma vez, ele surja com um falço pedido de desculpas. Deixem os microfones ligados e vejam como ele estará sendo "sincero" quando as câmeras forem desligadas.
Preconceito nunca vem junto com inteligência, já havia dito isso e reforço. De que adianta uma grande carga de informação sem uma boa formação? Certos indivíduos simplesmente ao longo da vida se armam, colecionam artifícios para fazer a mais perfeita máscara, para esconder a verdadeira face, tal qual um fantasma da ópera que se mostra apenas pela metade.
O que faz com que alguem se julgue superior aos demais ou ao resto como alguns preferem chamar? Dinheiro? Bom, dignidade e carater não se compra. Estatus social? Isso só devia ser dado a quem merece. Entrada franca em festas glamourosas? Tal futilidade com certeza agrada aos vazios.
Resolvi fazer esse texto por que me indignou o fato de um sugeitinho como aquele, seguir enganando a todos durante todo tempo e atrás das câmeras simplesmente rir dos outros como se todos fossem palhaços que servissem para sua diversão.
Boris Casoy esquece que, nos bairros de luxo, cujos moradores abastados comportam-se como se não tocassem o mesmo chão que nós, como se fossem divindades, não haveria tanta beleza se não fosse o gari "do alto de suas vassouras", como ele mesmo fala, para limpar as ruas e calçadas, não haveriam os belos jardins se não fossem os jardineiros, para cuidar e nem suas belas casas sem os pedreiros para construir. Ele esquece que esse país não é mantido por ele, por que ele não conserta nada, não participa da manutenção de nada. É um pássaro de bela plumagem vivendo em sua gaiola, algo para apenas ser visto, algo que possivelmente não vê a realidade por que seu horizonte é limitado, está preso a preconceito, prepotência e falso senso de poder.
Aos que se interessarem em ver o vídeo o link se encontra abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=0H9znNpeFao
E o pedido de desculpas
http://www.youtube.com/watch?v=AXg6L9OtMTY
Rodrigo
Fim ,de ano, tempo de festa, fraternidade e boa vontade correto? Normalmente sim, mas nem sempre, a mesquinharia e prepotência de certos "formadores de opinião", não a minha, fazem com que nos perguntemos até onde vai a falsidade de certos indivíduos. Alguns devem ter visto que no Jornal da Record, com Boris Casoy, ao dar a notícia do prêmio da MEGA-SENA o facínora (sim, um trapaceiro que engana a todos) do Boris Casoy esqueceu que o microfone estava ligado e expressou com clareza a sua preconceituosa, burra e prepotente opinião a respeito do que ele mesmo chamou de "o mais baixo na escala do trabalho", os garis.
Vemos todas as noites ele dar notícias de todos os assuntos possíveis, mas daí me vem a pergunta, será que sempre depois de uma notícia de tragédia ele não cai na gargalhada? Por que ao que parece ele se julga superior, não me surpreenderia saber depois que ele faz comentários do tipo "hahaha bando de favelados, não tem onde morar e agora vem o barranco por cima num dia de chuva, bem feito". Pessoas o veem e pensam "esse cara é sério, sempre critica tudo que tá errado" e o seu bordão "isso é uma vergonha", agora serve muito bem para se referir a ele mesmo. E tambem não vai me surpreender quando, num tentativa de enganar mais uma vez, ele surja com um falço pedido de desculpas. Deixem os microfones ligados e vejam como ele estará sendo "sincero" quando as câmeras forem desligadas.
Preconceito nunca vem junto com inteligência, já havia dito isso e reforço. De que adianta uma grande carga de informação sem uma boa formação? Certos indivíduos simplesmente ao longo da vida se armam, colecionam artifícios para fazer a mais perfeita máscara, para esconder a verdadeira face, tal qual um fantasma da ópera que se mostra apenas pela metade.
O que faz com que alguem se julgue superior aos demais ou ao resto como alguns preferem chamar? Dinheiro? Bom, dignidade e carater não se compra. Estatus social? Isso só devia ser dado a quem merece. Entrada franca em festas glamourosas? Tal futilidade com certeza agrada aos vazios.
Resolvi fazer esse texto por que me indignou o fato de um sugeitinho como aquele, seguir enganando a todos durante todo tempo e atrás das câmeras simplesmente rir dos outros como se todos fossem palhaços que servissem para sua diversão.
Boris Casoy esquece que, nos bairros de luxo, cujos moradores abastados comportam-se como se não tocassem o mesmo chão que nós, como se fossem divindades, não haveria tanta beleza se não fosse o gari "do alto de suas vassouras", como ele mesmo fala, para limpar as ruas e calçadas, não haveriam os belos jardins se não fossem os jardineiros, para cuidar e nem suas belas casas sem os pedreiros para construir. Ele esquece que esse país não é mantido por ele, por que ele não conserta nada, não participa da manutenção de nada. É um pássaro de bela plumagem vivendo em sua gaiola, algo para apenas ser visto, algo que possivelmente não vê a realidade por que seu horizonte é limitado, está preso a preconceito, prepotência e falso senso de poder.
Aos que se interessarem em ver o vídeo o link se encontra abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=0H9znNpeFao
E o pedido de desculpas
http://www.youtube.com/watch?v=AXg6L9OtMTY
Rodrigo
Incentivo a miséria intelectual
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Sem rodeios, vou direto ao ponto
Recentemente vi uma coisa, que sinceramente já não me surpreende, embora eu lamente. Num determinado canal de TV, um baterista de uma bandinha fulera, dessas cheias de playboyzinhos, que não tem nada a dizer ou acrescentar, simplesmente resolveram sacanear uma fã, o que a meu ver reflete o modo como os idiotas vêem os outros idiotas que se prestam a chorar, sofre por eles e dar crédito a tais criaturas.
O Indivíduo, resolveu fazer o seguinte, mijar num copo e, misturado a gelo e suco de uva, dar para uma fã beber. A demente bebeu, e os palhaços se divertiam. Os caras fazem um som de merda, tem gente que compra a porcaria que eles vendem e eles ainda se acham superiores, agem como se fossem totalmente independentes, como se o fãs fossem feitos para serem pisados. E de certa forma, infelizmente, o são.
Digo isso não para todos os que acompanham o trabalho de um determinado artista, mas para aqueles que não se dão o devido valor, choram, sofrem, gastam fortunas com o que não vale a pena. Como já havia dito em outros textos, continuam se concentrando apenas na casca.
É impressionante como há hoje em dia bandinhas de adolescentes, do tipo que não fazem música, do tipo que só querem aparecer na Globo, só querem zoar, do tipo vazias. A lista é quase infinita, é como uma praga, uma infecção que se propaga sem controle. Não falo aqui de bandinhas adolescentes por ser contra adolescentes, afinal não faz muitos anos eu era um, só acho que existem adolescentes e adolescentes, quem disse que pra ser adolescente precisa ser irracional?
Há hoje um incentivo a miséria intelectual, um incentivo ao retrocesso. Logo, logo não estaremos falando, apenas urrando. Nos anestesiam e tentam, e infelizmente conseguem, nos fazer crer que isso é bom, que estamos num caminho certo. Faço aqui um apelo, para que não nos afundemos ainda mais, aprendam a ponderar, balancear, avaliar. Não engulam tudo o que lhes oferecem, não acreditem quando lhes disserem que suas reflexões são bobagens, preencham o imenso vazio interior que todos temos com algo que realmente preencha espaço e não que apenas se entulhe e se acumule, pois isso de que venho hoje reclamar, não é nem o começo.
Recentemente vi uma coisa, que sinceramente já não me surpreende, embora eu lamente. Num determinado canal de TV, um baterista de uma bandinha fulera, dessas cheias de playboyzinhos, que não tem nada a dizer ou acrescentar, simplesmente resolveram sacanear uma fã, o que a meu ver reflete o modo como os idiotas vêem os outros idiotas que se prestam a chorar, sofre por eles e dar crédito a tais criaturas.
O Indivíduo, resolveu fazer o seguinte, mijar num copo e, misturado a gelo e suco de uva, dar para uma fã beber. A demente bebeu, e os palhaços se divertiam. Os caras fazem um som de merda, tem gente que compra a porcaria que eles vendem e eles ainda se acham superiores, agem como se fossem totalmente independentes, como se o fãs fossem feitos para serem pisados. E de certa forma, infelizmente, o são.
Digo isso não para todos os que acompanham o trabalho de um determinado artista, mas para aqueles que não se dão o devido valor, choram, sofrem, gastam fortunas com o que não vale a pena. Como já havia dito em outros textos, continuam se concentrando apenas na casca.
É impressionante como há hoje em dia bandinhas de adolescentes, do tipo que não fazem música, do tipo que só querem aparecer na Globo, só querem zoar, do tipo vazias. A lista é quase infinita, é como uma praga, uma infecção que se propaga sem controle. Não falo aqui de bandinhas adolescentes por ser contra adolescentes, afinal não faz muitos anos eu era um, só acho que existem adolescentes e adolescentes, quem disse que pra ser adolescente precisa ser irracional?
Há hoje um incentivo a miséria intelectual, um incentivo ao retrocesso. Logo, logo não estaremos falando, apenas urrando. Nos anestesiam e tentam, e infelizmente conseguem, nos fazer crer que isso é bom, que estamos num caminho certo. Faço aqui um apelo, para que não nos afundemos ainda mais, aprendam a ponderar, balancear, avaliar. Não engulam tudo o que lhes oferecem, não acreditem quando lhes disserem que suas reflexões são bobagens, preencham o imenso vazio interior que todos temos com algo que realmente preencha espaço e não que apenas se entulhe e se acumule, pois isso de que venho hoje reclamar, não é nem o começo.
O link do referido vídeo encontra-se abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=zuuCh5-R0sQ
Rodrigo
Dom Quixote
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O que são as causa perdidas? Será que são perdidas ou sem elas nos perdemos? Respeito ao próximo, amor, sensibilidade, nosso lar, tudo ignorado e desvalorizado, primeiro por terceiros e depois por nós mesmos. Estou eu mais uma vez observando.
Nossa sociedade está se matando
-Sou o otário que acha que todos merecem respeito
Nossas crianças estão sendo abandonadas e abusadas
-Sou o ingênuo que ainda vê valor na inocência
Nosso lar está sendo destruído por nós
-Sou o lobo solitário que vê seu lar maculado e acha que não devemos ser um câncer, uma infecção que necrosa tudo a nossa volta
Nossos ideais foram esquecidos após terem sido substituídos
-Sou o louco que fala sozinho achando que ainda existe certo e errado
Estamos anestesiados a tudo por achar que nossas vidas tem que ser como diz a TV
-Sou o cara que grita sabendo que você não escuta por que me iludi achando que ainda estavas vivo
Nossas ilusões, potenciais sonhos e realizações são ignoradas por nós
-Sou o cego que ainda não viu que viemos aqui para trabalhar e não para perder tempo com uma bobagem chamada VIDA.
-Sou o otário que acha que todos merecem respeito
Nossas crianças estão sendo abandonadas e abusadas
-Sou o ingênuo que ainda vê valor na inocência
Nosso lar está sendo destruído por nós
-Sou o lobo solitário que vê seu lar maculado e acha que não devemos ser um câncer, uma infecção que necrosa tudo a nossa volta
Nossos ideais foram esquecidos após terem sido substituídos
-Sou o louco que fala sozinho achando que ainda existe certo e errado
Estamos anestesiados a tudo por achar que nossas vidas tem que ser como diz a TV
-Sou o cara que grita sabendo que você não escuta por que me iludi achando que ainda estavas vivo
Nossas ilusões, potenciais sonhos e realizações são ignoradas por nós
-Sou o cego que ainda não viu que viemos aqui para trabalhar e não para perder tempo com uma bobagem chamada VIDA.
Rodrigo
P.S.: Como fonte de inspiração para esse curto texto tive a música que tambem se chama Dom Quixote do grupo Engenheiros do Hawaii, onde se trata exatamente das chamadas causas perdidas.
Integrados sim, mecanizados e substituíveis não
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sábado, 14 de novembro de 2009

Como sempre começo falando diretamente com você que lê. Esse texto nasceu de uma longa observação, não totalmente aqui abordada, é mais um resumo, mas serve para que vejam o quero dizer com relação ao modo de vida superficial que vemos hoje. Espero que gostem
Como sempre observando, reafirmei uma conclusão a qual já havia chegado há tempos, estamos nos mecanizando. Tudo a nossa volta, a nossa rotina, carga horária e, principalmente, mídia, nos levam a trilhar um labirinto, onde nunca ampliamos horizontes, onde nunca podemos olhar a não ser para os lados, sempre buscando uma saída, que nunca achamos, para um problema que normalmente é feito para que não haja saída.
Aqui vejo espaço para reavivar minhas ideias abordadas no meu primeiro texto “abrindo os olhos” e no texto onde falo sobre o mito da caverna, “ofuscando os olhos”, onde nos limitamos, ou muitas vezes nos deixamos limitar. Observando com muita frieza posso ver que temos a seguinte PROGRAMAÇÃO, nascer, estudar para realizar uma função (até onde sei busca-se conhecimento pelo prazer, ou pelo menos devia ser assim), realizar essa função e depois esperar nossas peças falharem, se desgastarem pouco a pouco até que... apagamos.
Onde estão nossos propósitos? Vivemos por que queremos ou sempre estamos querendo por que não vivemos? Somos levados a pensar que nossos questionamentos são bobagens, que não vão levar a nada, induzidos a não pensar, apenas executar. Comportamos-nos como se tivéssemos nascido para isso apenas para servir, ando pela rua e vejo uma ambulância indo socorrer alguém e inevitavelmente penso “lá vão eles concertar mais uma peça”.
Como abrir os olhos ou ofuscá-los se diariamente somos vendados e anestesiados? A lágrima que escorre nos nossos rostos de tanto rir com a piada da TV, poderia ser de tristeza se descobríssemos que na verdade rimos de nós mesmos, feitos de tolos e enganados. E riríamos até cair no chão ao ver na mesma TV candidatos achando que nos convenceriam com suas falsas promessas, isso sim seria de matar de rir.
Afogamos-nos em trabalho e quando lidamos com a vida não sabemos o que fazer, mas a vida de verdade não a que o fantástico ou a rede globo como um todo tenta nos fazer crer que é uma vida. Começando um dia vendo Ana Maria Braga falando com um papagaio de espuma e ensinando a fazer pratos sofisticados uma nação onde muitos mal tem um pão e muitas vezes para toda uma família, encerramos o dia com o William Boner nos pedindo para acessar o site e votar para saber se Obama olhou ou não pro rabo de uma estudante e iniciamos a semana com Fausto Silva nos fazendo grudar na frente da TV e acreditar que a “dança dos famosos” é algo importante. Por que não dar nome aos bois?
“Não penso, não existo, só assisto”. Somos pautados pelo que usamos e vestimos, viramos garotos propaganda que trabalham de graça e somos levados a crer que isso é bom, repetimos ideias dos outros sem filtrá-las e dizemos que temos opinião. Como sempre nos concentramos na casca, sem querermos nos aprofundar, nos contentamos com aquilo que nos é mostrado. Hoje vivemos achando que conhecemos lugares e gente sem sair de casa, pela tela de um computador. Pra que sair, pra descobrir novas coisas, novas sensações e ver a vida de outra forma? Não, isso é perigoso (não para nós), é o que disfarçadamente nos dizem.
Nossa liberdade vem junto com proporcional responsabilidade, mas até onde sou livre? O que me faz deixar que um “governante” me diga o que fazer e aja como se estar naquele cargo fosse um legitimo direito dele? Esquecemos que eles nos representam, que nós é que os colocamos lá, que não fazemos parte de uma manada, que eles é quem devem trabalhar para nós e que eles por si só não formam uma nação. Devemos fazer nossa parte e parar de esperar que as coisas se resolvam por conta própria, por milagre ou qualquer outra razão impossível que apenas serve para nos eximir de culpa e responsabilidade. Não devemos nos “acomodar com o que incomoda” (TM).
P.S. : A frase “não penso, não existo, só assisto” vi num desenho mural (grafite se assim quiser chamar) onde, bem simbolizado, havia um homem sentado numa cadeira e no lugar de sua cabeça havia a logo da rede globo. Não sei quem é o autor.
Rodrigo
Como sempre observando, reafirmei uma conclusão a qual já havia chegado há tempos, estamos nos mecanizando. Tudo a nossa volta, a nossa rotina, carga horária e, principalmente, mídia, nos levam a trilhar um labirinto, onde nunca ampliamos horizontes, onde nunca podemos olhar a não ser para os lados, sempre buscando uma saída, que nunca achamos, para um problema que normalmente é feito para que não haja saída.
Aqui vejo espaço para reavivar minhas ideias abordadas no meu primeiro texto “abrindo os olhos” e no texto onde falo sobre o mito da caverna, “ofuscando os olhos”, onde nos limitamos, ou muitas vezes nos deixamos limitar. Observando com muita frieza posso ver que temos a seguinte PROGRAMAÇÃO, nascer, estudar para realizar uma função (até onde sei busca-se conhecimento pelo prazer, ou pelo menos devia ser assim), realizar essa função e depois esperar nossas peças falharem, se desgastarem pouco a pouco até que... apagamos.
Onde estão nossos propósitos? Vivemos por que queremos ou sempre estamos querendo por que não vivemos? Somos levados a pensar que nossos questionamentos são bobagens, que não vão levar a nada, induzidos a não pensar, apenas executar. Comportamos-nos como se tivéssemos nascido para isso apenas para servir, ando pela rua e vejo uma ambulância indo socorrer alguém e inevitavelmente penso “lá vão eles concertar mais uma peça”.
Como abrir os olhos ou ofuscá-los se diariamente somos vendados e anestesiados? A lágrima que escorre nos nossos rostos de tanto rir com a piada da TV, poderia ser de tristeza se descobríssemos que na verdade rimos de nós mesmos, feitos de tolos e enganados. E riríamos até cair no chão ao ver na mesma TV candidatos achando que nos convenceriam com suas falsas promessas, isso sim seria de matar de rir.
Afogamos-nos em trabalho e quando lidamos com a vida não sabemos o que fazer, mas a vida de verdade não a que o fantástico ou a rede globo como um todo tenta nos fazer crer que é uma vida. Começando um dia vendo Ana Maria Braga falando com um papagaio de espuma e ensinando a fazer pratos sofisticados uma nação onde muitos mal tem um pão e muitas vezes para toda uma família, encerramos o dia com o William Boner nos pedindo para acessar o site e votar para saber se Obama olhou ou não pro rabo de uma estudante e iniciamos a semana com Fausto Silva nos fazendo grudar na frente da TV e acreditar que a “dança dos famosos” é algo importante. Por que não dar nome aos bois?
“Não penso, não existo, só assisto”. Somos pautados pelo que usamos e vestimos, viramos garotos propaganda que trabalham de graça e somos levados a crer que isso é bom, repetimos ideias dos outros sem filtrá-las e dizemos que temos opinião. Como sempre nos concentramos na casca, sem querermos nos aprofundar, nos contentamos com aquilo que nos é mostrado. Hoje vivemos achando que conhecemos lugares e gente sem sair de casa, pela tela de um computador. Pra que sair, pra descobrir novas coisas, novas sensações e ver a vida de outra forma? Não, isso é perigoso (não para nós), é o que disfarçadamente nos dizem.
Nossa liberdade vem junto com proporcional responsabilidade, mas até onde sou livre? O que me faz deixar que um “governante” me diga o que fazer e aja como se estar naquele cargo fosse um legitimo direito dele? Esquecemos que eles nos representam, que nós é que os colocamos lá, que não fazemos parte de uma manada, que eles é quem devem trabalhar para nós e que eles por si só não formam uma nação. Devemos fazer nossa parte e parar de esperar que as coisas se resolvam por conta própria, por milagre ou qualquer outra razão impossível que apenas serve para nos eximir de culpa e responsabilidade. Não devemos nos “acomodar com o que incomoda” (TM).
P.S. : A frase “não penso, não existo, só assisto” vi num desenho mural (grafite se assim quiser chamar) onde, bem simbolizado, havia um homem sentado numa cadeira e no lugar de sua cabeça havia a logo da rede globo. Não sei quem é o autor.
Rodrigo
A batalha
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Uma Armadura de fogo se sobrepôs a outra de aço
Sou um dos vários cavaleiros do apocalipse
Meus objetivos não serão destruídos inutilmente
Eu estava em puro ódio, rancor e destruição interior
Um anjo selvagem veio a luta para evitar a destruição
Asas longas, um brilho etéreo único dos seres angelicais
Veio salvar nem que fosse ilusoriamente a humanidade
Trazia consigo um baú misterioso que brilhava como ouro
Jogou-o no chão e começou a batalha celestial
O inicio do Armageddon acabara de começar
Fomos para as mais profundas águas do oceano
Causamos Tsunamis, ressacas marítimas e destruição
Era o início da minha suposta vitória e o fim da vida humana
Sofrimento era o que estava escrito nos meus olhos
Esperança estava visível no peito do ser angelical
Mas palavra nenhuma descreveria esta batalha
Trovões, relâmpagos, raios e temporais avisam da nossa chegada
Estávamos próximos da destruição humana
O desespero começou a tomar conta do selvagem anjo
Ele lutava com suas ultimas forças enquanto eu sorria
Chegando próximo ao litoral, olhamos e o que vimos foi destruição
Levantei os braços e gritei vitorioso com o estrago feito
Meu adversário olhou para mim, olhou para a terra e chorou
Cabisbaixo, simplesmente saiu do mar, pegou seu baú e foi embora
Perguntei se não iria ao menos tentar salvar os sobreviventes
Ele me respondeu que tudo o que estávamos fazendo era inútil
Pelo fato de que eles próprios estavam cometendo suicídio
Estavam destruindo seus lares com guerras, poluição e desgraças
Não adiantaria ficar lutando inutilmente se eles iriam morrer mesmo
Antes que fosse embora fiz a ultima pergunta para ironizar
Para que trouxe esse baú se não o utilizou em momento algum
Ele me respondeu que era uma coisa simples que não precisaria mostrar
Estava o tempo todo amostra e veio trazer para os humanos
Dentro do baú estava o pouco que restava da esperança
Brilhou, iluminou o mundo e sumiu para jamais voltar
O fim da espécie humana estava próxima, lutar contra era perdido
O homem é seu próprio assassino e nem percebe o suicídio
Daniel Lima
Sou um dos vários cavaleiros do apocalipse
Meus objetivos não serão destruídos inutilmente
Eu estava em puro ódio, rancor e destruição interior
Um anjo selvagem veio a luta para evitar a destruição
Asas longas, um brilho etéreo único dos seres angelicais
Veio salvar nem que fosse ilusoriamente a humanidade
Trazia consigo um baú misterioso que brilhava como ouro
Jogou-o no chão e começou a batalha celestial
O inicio do Armageddon acabara de começar
Fomos para as mais profundas águas do oceano
Causamos Tsunamis, ressacas marítimas e destruição
Era o início da minha suposta vitória e o fim da vida humana
Sofrimento era o que estava escrito nos meus olhos
Esperança estava visível no peito do ser angelical
Mas palavra nenhuma descreveria esta batalha
Trovões, relâmpagos, raios e temporais avisam da nossa chegada
Estávamos próximos da destruição humana
O desespero começou a tomar conta do selvagem anjo
Ele lutava com suas ultimas forças enquanto eu sorria
Chegando próximo ao litoral, olhamos e o que vimos foi destruição
Levantei os braços e gritei vitorioso com o estrago feito
Meu adversário olhou para mim, olhou para a terra e chorou
Cabisbaixo, simplesmente saiu do mar, pegou seu baú e foi embora
Perguntei se não iria ao menos tentar salvar os sobreviventes
Ele me respondeu que tudo o que estávamos fazendo era inútil
Pelo fato de que eles próprios estavam cometendo suicídio
Estavam destruindo seus lares com guerras, poluição e desgraças
Não adiantaria ficar lutando inutilmente se eles iriam morrer mesmo
Antes que fosse embora fiz a ultima pergunta para ironizar
Para que trouxe esse baú se não o utilizou em momento algum
Ele me respondeu que era uma coisa simples que não precisaria mostrar
Estava o tempo todo amostra e veio trazer para os humanos
Dentro do baú estava o pouco que restava da esperança
Brilhou, iluminou o mundo e sumiu para jamais voltar
O fim da espécie humana estava próxima, lutar contra era perdido
O homem é seu próprio assassino e nem percebe o suicídio
Daniel Lima
É quando me vejo pequeno
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domingo, 13 de setembro de 2009

Bom, depois de tanto tempo finalmente venho aqui cravar minha marca nesse espaço. Nesse texto trato de uma coisa simples, me ver como sou. Ainda, sobre esse assunto há muuuuuito o que se dizer, mas por hora faço apenas um breve apanhado do assunto. Espero que gostem.
Olho para o céu e como sempre me vem a cabeça, “como somos pequenos” e logo em seguida me vem a paz, a paz por saber que nada é tão importante quanto queremos fazer parecer. É olhando pra cima que vejo como meus problemas são pequenos a ponto de eu poder rir deles. É olhando para o céu que vejo que infinito mesmo deve ser apenas nossa arrogância.
Quando olho para o céu vejo como é estúpido nosso modo de viver. Vivemos como se tudo isso tivesse sido feito para nós, incluindo o planeta, e baseado nessa ideia estúpida justificamos nossa conduta destruidora, nessa hora nossa soberba e arrogância falam mais alto. Criamos falsos valores, super valorizando o que nem sempre tem valor algum. Esquecemos que apenas surgimos aqui e que na verdade não fomos os únicos.
Olhando para o céu vejo que perdemos muito tempo com o que não vale realmente a pena, vejo que perdemos a sintonia, basta ocorrer um imprevisto que perdemos tambem o controle, não sabemos lidar com as coisas como elas são e devido a esse medo criamos a ilusão de que realmente temos controle sobre tudo, sobre todos os acontecimentos.
Destruímos nosso próprio lar, esquecendo que não temos outro, justificamos nosso desenvolvimento/retrocesso com um falso progresso. É olhando para o céu que me desarmo e vivo sem pressa, sem prece, sem tentar mudar nem justificar nada, apenas deixando as coisas como são e devem ser.
É olhando para o céu que vejo que quando nos formos apenas teremos ido, nada mudará. Pois é olhando para o céu que vejo o quanto somos pequenos.
Quando olho para o céu vejo como é estúpido nosso modo de viver. Vivemos como se tudo isso tivesse sido feito para nós, incluindo o planeta, e baseado nessa ideia estúpida justificamos nossa conduta destruidora, nessa hora nossa soberba e arrogância falam mais alto. Criamos falsos valores, super valorizando o que nem sempre tem valor algum. Esquecemos que apenas surgimos aqui e que na verdade não fomos os únicos.
Olhando para o céu vejo que perdemos muito tempo com o que não vale realmente a pena, vejo que perdemos a sintonia, basta ocorrer um imprevisto que perdemos tambem o controle, não sabemos lidar com as coisas como elas são e devido a esse medo criamos a ilusão de que realmente temos controle sobre tudo, sobre todos os acontecimentos.
Destruímos nosso próprio lar, esquecendo que não temos outro, justificamos nosso desenvolvimento/retrocesso com um falso progresso. É olhando para o céu que me desarmo e vivo sem pressa, sem prece, sem tentar mudar nem justificar nada, apenas deixando as coisas como são e devem ser.
É olhando para o céu que vejo que quando nos formos apenas teremos ido, nada mudará. Pois é olhando para o céu que vejo o quanto somos pequenos.
Rodrigo
sentimentos não sentidos
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Andando nas nuvens comecei a observar a rotina das pessoas
Não conseguia entender muita coisa que acontecia lá em baixo
Resolvi sentar e observar um pouco para ver se entendia algo
Descobri que a mente é um mar desconhecido e cheio de monstros
Enquanto alguns choravam por tristeza, outros choravam de alegria
Achei essa reação engraçada, pois não sabia se chorar era bom ou ruim
Preferi perguntar a um superior que passava ali por perto
Ele sorriu e me falou que era algo que somente quem sente é que sabe
Pedi a ele para provar um pouco daquele sentimento que eles sentiam
Queria saber como se sentem naquela hora e provar outros sentimentos
Respondeu-me que era impossível, somente eles sentiam e nós apenas observamos
Supliquei a ele então para me deixar descer e provar um pouco da vida
Disse-me que iria pensar direito no meu caso e que eu esperasse
Algum tempo depois veio a mim e me perguntou se eu tinha certeza
Respondi que sim e queria sair do meu reino para explora novos horizontes
Sorrindo ele me falou que eu iria, mas teria que ter um acompanhante
Agradeci e respondi que não precisava e que eu era forte demais
Com cara de assustado me disse que não seria fácil ficar sozinho
Depois de sorrir um pouco falei que era muito forte e que sobreviveria
Deu-me um prazo de uma semana e nenhum minuto a mais
Saltando por aquele algodão, comecei a imaginar como seria
Sentimentos que são estranhos para mim eu iria sentir
Sentia poucos sentimentos, apenas aqueles mais simples
Não tinha noção do que a tristeza e o ódio faziam dentro de cada um
Desci e comecei a caminhar pelas ruas com uma euforia enorme
Olhando para tudo e para todos, vi pessoas pedindo comida na calçada
Resolvi perguntar o que eles estavam fazendo ali sujos e esmolando
Um velho me respondeu que tinha fome e não comia ha dois dias
Senti algo estranho e não entendia o que era aquilo que eu sentia
Uma voz na minha mente me respondeu que aquilo era tristeza
Falei que era algo ruim e que tirasse esse sentimento de mim
A voz indagou que eu teria que sentir e que era meu desejo estar ali
Dei comida à aquelas pessoas e segui em frente pensando no acontecido
Passaram-se os dias e conheci pessoas de diversas raças e crédulos
Descobri diversos sentimentos e coisas que eu nunca imaginei
Chegou o dia de voltar pra casa e na hora da partida eu chorei
Finalmente descobri uma das razões das pessoas chorarem
Chegando nas nuvens voltei a aquele local que eu sentei na semana passada
O superior sentou ao lado e me perguntou como fora minha semana
Respondi para ele que minhas dúvidas acabaram e os sentimentos ficaram
Não entendia a causa de não estarem comigo, mas preferi não perguntar
Falei que havia descoberto coisas maravilhosas e também horríveis
Lembrei do dia que cheguei e senti de a tristeza e também falei da voz
Ele me falou que aquele velho era ele e que a voz era dele também
Gostaria de saber como eu me comportaria com tamanho absurdo
Ele também estava entre as pessoas que eu conheci, mas disfarçado
Estava nos mesmos lugares que eu e ficava de longe observando
Não queria que eu notasse sua presença para não me atrapalhar
Apenas balancei a cabeça e voltei a olhar lá para baixo
Respirei fundo e finalizei a conversa comentando sobre a partida
Senti muitas sensações diferentes e uma me deixou pensando
Enquanto eu chorava,senti algo que me deixava triste mas com esperança
Que sentimento era aquele que ao chegar aqui sumiu de repente?
Esse se chama saudade,um dos poucos que as pessoas não mentem
Podem tentar esconder,mas é difícil de guardar só para si mesmo
Normalmente se sente quando alguém que se gosta não está no meio
Não é preciso desencarnar,basta apenas está fora de alcance
As vezes a pessoa está do outro lado da rua e se sente
Saudade é o sentimento da necessidade do outro
Ela sempre anda junto com o amor.Você se apaixonou e sabe um pouco
Depois de ouvir aquilo,resolvi que não iria mais voltar lá
Abismado com minhas palavras me perguntou a razão dessa decisão
Conclui dizendo que tinha medo de da partida pelo fato de existir saudade
Eu teria esperança de vê-los novamente mas sem a certeza
O sábio me respondeu que a vida não era feita de certezas
Eram apenas incertezas com uma pitada de esperança
E que a esperança junto com os sonhos alimentam a alma
Daniel Lima
Carta
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Bom galera, depois de algum tempo ausente finalmente consegui vir até aqui escrever para vocês. Fiquei muito feliz pelo ano que passou e espero que continuem participando do nosso sarau.
Não costumo fazer comentários sobre meus textos, mas acho que esse é bem diferente de todos que escrevi antes e por isso resolvi fazer isso.
Bem, fiz esse texto imaginado uma pessoa escrevendo uma carta para a pessoa amada que está longe e que se arrepende de nunca ter dito o quanto gostava dela. Espero que gostem e sejam bem vindos ao nosso sarau que está um pouco mais velho
De: Alguém apaixonado
Para: Você que amo
OI, como você está?
Faz algum tempo que não ti escrevo, mas não foi por ter ti esquecido e sim por falta de tempo. Estou trabalhando e estudando muito. É aquele velho corre, corre de sempre.
Finalmente consegui parar para ti escrever, mas sempre penso em você. Sinto a sua falta e infelizmente estamos muito distantes. Quero ti sentir, ti beijar, ti abraçar... Enfim. Sou um ser humano e como qualquer outro tenho minhas necessidades e a minha é você.
Bom, dessa vez estou ti enviando um presente, uma coisa que jamais pensei entregar a alguém! “OS MEUS SENTIMENTOS”. Eles estão na caixa e quero que você cuide muito bem deles, como se fosse a sua vida. Eles sempre foram seus, mas nunca havia entregue a ti.
Perdoe-me se não fiz antes, mas acontece que eu era inseguro, e quando ti vi escorrendo pelos meus dedos, tudo ficou muito mais claro do que era antes.
Eu sabia que ti adorava, o quanto eu gostava de você, mas tudo só fez sentido com a distância. Na verdade, hoje vejo que sempre tive vontade de ti dizer “EU AMO VOCÊ”, mas como não sou o cara mais romântico do mundo, eu não tive coragem. Meu orgulho não permitiu que isso acontecesse.
O egoísmo falou mais alto até pelo fato de nunca ter falado para alguém estas três palavras que são tão mágicas e importantes para um casal. Mas eu não queria que elas fossem em vão, teriam que ser sincera.
Por favor, não os jogue fora, guarde-os e se não quiser mais, devolva-me, tentarei esquecer que um dia ti entreguei. Espero que fique com eles até o fim da sua vida e que possa estar o mais breve possível contigo.
Beijos infinitos e sinto a sua falta.
Volta logo.
Daniel Lima
Para enchergar a beleza
4
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quinta-feira, 30 de julho de 2009
Bom, nesse texto falo de algo que normalmente demoramos a perceber realmente, normalmente nos prendemos a rótulos e padrões. Abramos os olhos. Espero que gostem.
Para se enxergar a beleza, não basta apenas olhar, não basta apenas abrir os olhos, ela nem sempre está tão visível.
Para vermos a beleza das coisas devemos antes nos desarmar, nos livrarmos do cansaço, raiva, prejulgamentos, maldizeres, angustias e medos, tudo isso nos fecha os olhos, nos limita. A beleza, não se exibe, assim, se tornaria comum, banal. Ela se esconde, apenas se insinua, desperta curiosidade, mesmo estando a nossa frente.
A beleza é sutil e não bruta, não precisa de aparatos e intermediários, representa-se por si só. Por diversas vezes algo do cotidiano, com o qual estamos acostumados, nos surpreende por se apresentar de uma maneira diferente, as ondas que chegam a praia, sempre chegaram a praia assim como o sol sempre se pôs e o vento sempre soprou, mas volta e meia nos surpreendemos com a combinação dos três ,gerando cores, movimentos e sensações novas.
A beleza, não é explícita, revela-se aos poucos, nos prende a atenção. Não a percebemos como que por milagre, nem sempre temos a grandeza necessária para notá-la é necessário desenvolver em nós o olhar, a sensibilidade, não apenas para ver, a beleza se revela por meio de nossos sentidos expressando-se em nossas emoções ou ouvir e sentir.
Rodrigo
Para se enxergar a beleza, não basta apenas olhar, não basta apenas abrir os olhos, ela nem sempre está tão visível.
Para vermos a beleza das coisas devemos antes nos desarmar, nos livrarmos do cansaço, raiva, prejulgamentos, maldizeres, angustias e medos, tudo isso nos fecha os olhos, nos limita. A beleza, não se exibe, assim, se tornaria comum, banal. Ela se esconde, apenas se insinua, desperta curiosidade, mesmo estando a nossa frente.
A beleza é sutil e não bruta, não precisa de aparatos e intermediários, representa-se por si só. Por diversas vezes algo do cotidiano, com o qual estamos acostumados, nos surpreende por se apresentar de uma maneira diferente, as ondas que chegam a praia, sempre chegaram a praia assim como o sol sempre se pôs e o vento sempre soprou, mas volta e meia nos surpreendemos com a combinação dos três ,gerando cores, movimentos e sensações novas.
A beleza, não é explícita, revela-se aos poucos, nos prende a atenção. Não a percebemos como que por milagre, nem sempre temos a grandeza necessária para notá-la é necessário desenvolver em nós o olhar, a sensibilidade, não apenas para ver, a beleza se revela por meio de nossos sentidos expressando-se em nossas emoções ou ouvir e sentir.
Rodrigo
13 de Julho - Dia Internacional do Rock
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
O dia mundial do Rock é comemorado desde 1985, quando aconteceu o Live Aid - festival pelo fim da fome na Etiópia - e é por esse motivo que hoje se comemora o dia de um gênero musical que se tornou uma filosofia de vida com o passar dos anos.
O festival aconteceu simultaneamente na Filadelfia(EUA) e Londres(Inglaterra) com a paricipação de várias bandas do cenárico como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros. Um fato curioso é que Phil Collins abriu o show na Filadelfia e encerrou em Londres.
Esse foi um pequeno resumo só para esclarecer para aqueles que não sabiam o porque que hoje a galer do Rock e Metal mundial etá em festa.
Viva ao bom e velho Rock'n Roll.
Daniel Lima
O festival aconteceu simultaneamente na Filadelfia(EUA) e Londres(Inglaterra) com a paricipação de várias bandas do cenárico como Black Sabbath (com Ozzy), Status Quo, INXS, Loudness, Mick Jagger, David Bowie, Dire Straits, Queen, Judas Priest, Bob Dylan, Duran Duran, Santana, The Who e Phil Collins entre muitos outros. Um fato curioso é que Phil Collins abriu o show na Filadelfia e encerrou em Londres.
Esse foi um pequeno resumo só para esclarecer para aqueles que não sabiam o porque que hoje a galer do Rock e Metal mundial etá em festa.
Viva ao bom e velho Rock'n Roll.
Daniel Lima
Primeiro ano
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domingo, 5 de julho de 2009
30 de julho tá chegando e com ele vem nos seguindo esse primeiro ano de existência do sarau, desde o inicio nossa proposta aqui foi promover realmente um sarau, uma troca de ideias de maneira que as coisas fluíssem do modo mais natural possível e revendo esse primeiro ano, posso dizer com certeza, conseguimos.
Bom, em primeiro lugar tenho de agradecer, primeiro ao meu primo que sempre deu força pra isso acontecer e é um grande e fundamental colaborador do sarau, sempre empolgado e com ideias novas, e ainda não acabou, é só o primeiro ano. Agradeço tambem aos nossos leitores e seguidores que sempre nos dão apoio, obrigado, isso é nosso combustível, nosso oxigênio.
Meu PRIMO-IRMÃO, o Daniel que sempre me deu força, fique sabendo que esse é só o primeiro ano de outros que ainda virão, ainda temos muito o que dizer, a fonte ainda não secou mais e mais ideias nascem sempre. é isso ae Daniel, obrigado por estar nessa comigo.
Bom abraço a todos, Daniel, nossos leitores e seguidores e nossos leitores anônimos que não nos deixam comentários rsrrs. Obrigado a todos.
Rodrigo
Bom, em primeiro lugar tenho de agradecer, primeiro ao meu primo que sempre deu força pra isso acontecer e é um grande e fundamental colaborador do sarau, sempre empolgado e com ideias novas, e ainda não acabou, é só o primeiro ano. Agradeço tambem aos nossos leitores e seguidores que sempre nos dão apoio, obrigado, isso é nosso combustível, nosso oxigênio.
Meu PRIMO-IRMÃO, o Daniel que sempre me deu força, fique sabendo que esse é só o primeiro ano de outros que ainda virão, ainda temos muito o que dizer, a fonte ainda não secou mais e mais ideias nascem sempre. é isso ae Daniel, obrigado por estar nessa comigo.
Bom abraço a todos, Daniel, nossos leitores e seguidores e nossos leitores anônimos que não nos deixam comentários rsrrs. Obrigado a todos.
Rodrigo
30 de Julho
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Dia 30 de Julho faz um ano que estamos aqui compartilhando com vocês nossos sentimentos, sensações, pensamentos entre outras dezenas de coisas que se passam conosco.
Acredito que nesse tempo que passamos juntos, nós conseguimos conhecer um pouco de cada pessoa que visita o sarau e vocês conseguiram conhecer um pouco mais de cada um de nós.
Cada texto tem a sua particularidade, seja ele feito a partir de uma lagrima, um sorriso, um momento feliz ou não e assim por diante,o importante é mostrar o que sentimos em palavras e em particular abraçar e beijar aquelas pessoas que sempre estão com a gente no blog ou não, mas que sempre nos apoiou.
Venho desde já agradecer a essas pessoas que são muito importantes na minha vida e acredito que do Rodrigo também que são nosos familiares, amigos, a todos os desconhecido que vem visitar e partticipar do nosso sarau, e eu em particular agradecer a meu "PRIMO-IRMÃO" Rodrigo que escreve aqui comigo e tem feito esse pequeno blog dar certo.
Ele é uma peça fundamental aqui, pois sem ele acredito que não teria dado tão certo esse projeto que nasceu de repente como em um susto e graças a Deus estamos escrevendo a um ano. Valeu Digão por "dizer" que gosta das minhas loucuras que escrevo por aqui e por me trata como escrevi mais acima: "PRIMO-IRMÃO" e é assim como o trato.
Agradeço imensamente a todos e principalmete à aqueles que sempre visitam o nosso blog e alguns que nem conheço mas faz parte da vida do Rodrigo. Não conheço pelo fato da distância que nos separa, mas a familia é mais importante. Não citarei nomes porque cada um sabe da sua importância aqui e sinta-se abraçados e beijados por mim por apoiar nossa "brincadeira que virou uma coisa séria.
Abraços para todos e fiquem com Deus.
Daniel Lima
Acredito que nesse tempo que passamos juntos, nós conseguimos conhecer um pouco de cada pessoa que visita o sarau e vocês conseguiram conhecer um pouco mais de cada um de nós.
Cada texto tem a sua particularidade, seja ele feito a partir de uma lagrima, um sorriso, um momento feliz ou não e assim por diante,o importante é mostrar o que sentimos em palavras e em particular abraçar e beijar aquelas pessoas que sempre estão com a gente no blog ou não, mas que sempre nos apoiou.
Venho desde já agradecer a essas pessoas que são muito importantes na minha vida e acredito que do Rodrigo também que são nosos familiares, amigos, a todos os desconhecido que vem visitar e partticipar do nosso sarau, e eu em particular agradecer a meu "PRIMO-IRMÃO" Rodrigo que escreve aqui comigo e tem feito esse pequeno blog dar certo.
Ele é uma peça fundamental aqui, pois sem ele acredito que não teria dado tão certo esse projeto que nasceu de repente como em um susto e graças a Deus estamos escrevendo a um ano. Valeu Digão por "dizer" que gosta das minhas loucuras que escrevo por aqui e por me trata como escrevi mais acima: "PRIMO-IRMÃO" e é assim como o trato.
Agradeço imensamente a todos e principalmete à aqueles que sempre visitam o nosso blog e alguns que nem conheço mas faz parte da vida do Rodrigo. Não conheço pelo fato da distância que nos separa, mas a familia é mais importante. Não citarei nomes porque cada um sabe da sua importância aqui e sinta-se abraçados e beijados por mim por apoiar nossa "brincadeira que virou uma coisa séria.
Abraços para todos e fiquem com Deus.
Daniel Lima
