Bom, após um período conturbado eis que volto a deixar aqui minha marca. 2010 foi um período onde fiquei muito ausente no blog, mas inicio 2011 com esse post para vc.
Espero que em 2011 as promessas não sejam substituídas por justificativas que disfarcem nossa inércia, quem em 2011 toda a felicidades buscadas sejam alcasada só até a metade, para que possamos sempre ter algo pelo que lutar e trabalhar. Espero por fim que em 2011 possa me fazer mais presente e possamos continuar aqui nosso sarau.
Feliz 2011 a todos.
Se desligar não é uma opção
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sábado, 30 de outubro de 2010

Eis que depois de tanto tempo eu estou de volta, quero pedir desculpas pelo tempo de silencio, mas foi um período conturbado tanto por falta de tempo quanto por falta de ideias rs. Bom, mais uma vez venho aqui mostrar alguns de minhas conclusões quanto a reflexões sobre assuntos que dizem respeito a todos. Abrigado por nos acompanhar. Espero que gostem.
Vivemos numa sociedade onde o hábito é sempre o da exteriorização da responsabilidade. Fazemos isso o tempo todo com relação a política, segurança, nossos direitos e demais questões que envolvem o grupo como um todo, mas não fazer nada tambem tem consequências.
Diariamente nos enroscamos numa teia, uma rede invisível, porem forte, já tão forte que, como uma infecção sem controle, chegou as entranhas de nossa sociedade, nosso cotidiano. Trata-se de um sistema quase que auto-sustentável, quando um elemento cai, outro ocupa seu lugar e a atividade segue em frente, já não sabemos bem em quem confiar visto que os que deveriam nos proteger tornam-se tão ruins quanto os que eles dizem combater, os honestos, na grande maioria das vezes tem sua voz abafada, isso por que em muitas vezes eles lutam sozinhos.
Trata-se de um jogo onde até agora preferimos nos posicionar como muda e estática plateia, observando um tabuleiro de xadrez onde Reis, Rainhas, Bispos, Torres e Cavalos não se movem nunca, se escondem atrás de peões, estes parecem intermináveis, sempre se renovando e a frente de todas as ações, pelo menos aparentemente, visto que são os únicos que mostram a cara. Nesse tabuleiro as cadeiras dos jogadores estão vazias por que escolhemos não ocuparmos nosso lugar, movimentando as peças, as peças acabam se movendo por conta própria.
No meio do fogo cruzado aceitamos a condição de refém nos acovardando e usando o “escudo” da reclamação, distanciamento e pretexto de impotência para justificar nossa inércia ante os problemas que são de todos. A sociedade não compartilha, trás em sua mente, e em grande parte o fato e não somente a ideia de que somos um grupo, a ideia da coletividade, de que ninguém usa a cidade sozinho, ninguém é totalmente independente. O medo, principal ferramenta do sistema contra nós, parece ter perdido sua forma de agir de maneira mais imediata, mais rápida, parece agora ter se tornado algo permanente, um parasita que se fixa em todas as idéias que precedem nossas ações, algo constante e agora quase que cultural. Sempre com medo de punições, mesmo que nossas ações visem o exercício de nossos direitos, aceitamos o papel de vitima.
Sabendo que somos um grupo e que nossas ações por muitas vezes não afetam somente a nós, seria perda de tempo falar de direitos sem tocar na questão dos deveres, algo do qual tambem insistimos em fugir.
Não fazer nada tambem tem consequências, se omitir não é uma opção, comportamo-nos como se estivéssemos num curral, limitados, conformados e de certa forma já sabendo qual é o fim que se aproxima.
Diariamente nos enroscamos numa teia, uma rede invisível, porem forte, já tão forte que, como uma infecção sem controle, chegou as entranhas de nossa sociedade, nosso cotidiano. Trata-se de um sistema quase que auto-sustentável, quando um elemento cai, outro ocupa seu lugar e a atividade segue em frente, já não sabemos bem em quem confiar visto que os que deveriam nos proteger tornam-se tão ruins quanto os que eles dizem combater, os honestos, na grande maioria das vezes tem sua voz abafada, isso por que em muitas vezes eles lutam sozinhos.
Trata-se de um jogo onde até agora preferimos nos posicionar como muda e estática plateia, observando um tabuleiro de xadrez onde Reis, Rainhas, Bispos, Torres e Cavalos não se movem nunca, se escondem atrás de peões, estes parecem intermináveis, sempre se renovando e a frente de todas as ações, pelo menos aparentemente, visto que são os únicos que mostram a cara. Nesse tabuleiro as cadeiras dos jogadores estão vazias por que escolhemos não ocuparmos nosso lugar, movimentando as peças, as peças acabam se movendo por conta própria.
No meio do fogo cruzado aceitamos a condição de refém nos acovardando e usando o “escudo” da reclamação, distanciamento e pretexto de impotência para justificar nossa inércia ante os problemas que são de todos. A sociedade não compartilha, trás em sua mente, e em grande parte o fato e não somente a ideia de que somos um grupo, a ideia da coletividade, de que ninguém usa a cidade sozinho, ninguém é totalmente independente. O medo, principal ferramenta do sistema contra nós, parece ter perdido sua forma de agir de maneira mais imediata, mais rápida, parece agora ter se tornado algo permanente, um parasita que se fixa em todas as idéias que precedem nossas ações, algo constante e agora quase que cultural. Sempre com medo de punições, mesmo que nossas ações visem o exercício de nossos direitos, aceitamos o papel de vitima.
Sabendo que somos um grupo e que nossas ações por muitas vezes não afetam somente a nós, seria perda de tempo falar de direitos sem tocar na questão dos deveres, algo do qual tambem insistimos em fugir.
Não fazer nada tambem tem consequências, se omitir não é uma opção, comportamo-nos como se estivéssemos num curral, limitados, conformados e de certa forma já sabendo qual é o fim que se aproxima.
Rodrigo
P.S: Tive como base, para as ideias aqui expressadas, o recentemente lançado filme "Tropa de Elite 2" para escrever esse texto.
Cabeça Fora do Lugar
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sábado, 28 de agosto de 2010

A noite chegou e com ela vem a solidão e a inspiração.
Cada sentimento retraído torna-se forte e poderoso
Gritos de silêncio invadem meus ouvidos
O cheiro da brisa é forte e corrosivo como ácido sulfúrico
O vômito cerebral saiu pela boca e se tornou palavras
Abraço, aperto e beijo meus sonhos irreais
Vejo meus amigos e inimigos imaginários apontando para mim
Há dias que choro e outros que estou sorrindo
Sou apenas um ser e nada mais para ser importante
Um mortal igual a você ou qualquer outra pessoa
Sou arquiteto da minha alma e não da sua ou de outra pessoa
Sigo meu destino sem pensar ou olhar para trás, apenas vivo
Não espero nada de ninguém, luto pelo que é meu
Tenho esperança de que meus filhos sejam melhores que eu
Vivo a ilusão de andar por caminhos impossíveis
Daniel lima
... E Não Desisto
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sábado, 3 de julho de 2010

As vezes pensamos que nada muda, mas na verdade somos nós que não damos o devido valor ou importância para tal fato. Devemos observar a tudo e a todos, pois a vida pode ser decidida em um pequeno detalhe que está escondido intrinsecamente nas entrelinhas.
Olhe para os lados e não esqueça que nunca estamos sozinhos, sempre existe alguém que nos olha como um detetive ou apenas passa como uma leve brisa que simplesmente sentimos e não tocamos. Forças superiores ou inferiores estão sempre nos cercando e nos envolvendo. Particularmente prefiro as superiores.
Elas nos ajudam quando estamos tristes, felizes, pensamos em bobagens que só irão nos prejudicar e fazer as pessoas que nós amamos sofrer e outras. O importante é não desistir e continuar de pé sem pensar em desistir ou sentar no canto e esperar que caia do céu as melhores oportunidades do mundo.
Tenho certeza que a cada momento que se passa, o futuro que esperamos é na verdade daqui a um milésimo de segundo, pois, o que passou não voltará. A máquina do tempo é uma coisa que, na minha opinião, o homem não conseguirá criar. Há coisas que são impossíveis de se aplicar na realidade, acontecem apenas em filmes como De Volta Para o Futuro. Não viva em um filme, seja realista.
Daniel Lima
Olhe para os lados e não esqueça que nunca estamos sozinhos, sempre existe alguém que nos olha como um detetive ou apenas passa como uma leve brisa que simplesmente sentimos e não tocamos. Forças superiores ou inferiores estão sempre nos cercando e nos envolvendo. Particularmente prefiro as superiores.
Elas nos ajudam quando estamos tristes, felizes, pensamos em bobagens que só irão nos prejudicar e fazer as pessoas que nós amamos sofrer e outras. O importante é não desistir e continuar de pé sem pensar em desistir ou sentar no canto e esperar que caia do céu as melhores oportunidades do mundo.
Tenho certeza que a cada momento que se passa, o futuro que esperamos é na verdade daqui a um milésimo de segundo, pois, o que passou não voltará. A máquina do tempo é uma coisa que, na minha opinião, o homem não conseguirá criar. Há coisas que são impossíveis de se aplicar na realidade, acontecem apenas em filmes como De Volta Para o Futuro. Não viva em um filme, seja realista.
Daniel Lima
... Continuo ...
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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Estava parado no tempo enquanto o tempo corria
O segundo que acabou de passar não volta jamais
Agora sigo em frente sem olhar para o passado
Sem saber onde estou indo, sigo uma trilha desconhecida
Sei apenas que estou cada dia melhor
Mais a frente, escreverei uma carta para o passado
Tenho certeza que não serei respondido, mas escreverei
Meus pensamentos é quem detona minha vida
Tentarei ser o melhor possível como sempre fui
Mas não garanto que dessa vez estarei sozinho
Ela sempre esteve do meu lado e eu não enxergava
A cegueira espiritual limitou a visão dos meus sentimentos
Será que não estou me enganado mais uma vez?
Bem, só depois de apostar é que vou pagar para ver.
Daniel Lima
As fotografias matam minhas memórias
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domingo, 25 de abril de 2010
Eis que volto a deixar minha marca aqui depois de muito tempo e acreditem, lamento por isso. Bom, mais uma vez, parando para refletir eis que nasce mais um texto. Parido a partir e reflexões sobre coisas corriqueiras, fotografias. Espero que gostem.
Um momento especial, num local especial, a paisagem completa em sons, imagens e cheiros, não são percebidas, captadas como devem ser, afinal basta que depois vejamos a foto. Fotos são instrumentos úteis de recordação, mas que limitam nossa percepção, são tambem bengalas, nas quais nos apoiamos quase que compulsiva e viciadamente. Corremos demais, falamos demais, vivemos pouco, observamos pouco e por isso, percebemos pouco.
Tento lembrar de algo, um momento do qual tenho boas recordações, mas é como se faltasse algo, como uma lembrança incompleta, uma imagem editada, não sei o que é, não me preocupei em guardar, "me passa as fotos por email depois!", é sempre assim, não lembramos bem, guardamos.
Fotografia nos anestesia, diminui nossa capacidades de sentir, observar e absorver cada momento. Imagine a seguinte situação, uma despedida, a princípio definitiva, o que vale, cria vínculos e marca mais, o flash ou o abraço? Fotografia é retrovisor, mostra algo distante, mas que devido a velocidade não notamos como deveríamos. Fotografia não tem som, não tem brisa e nem tem cheiro. Fotografia é fria e ao contrário das nossas memórias não as carregamos conosco todo o tempo. Foto não é fato, foto mostra o que foi.
Fotografias são boas, mas apenas artifícios. Não deixemos que os flashs nos ceguem, como sempre nunca deixem "de ouvir com outros olhos" (TM), vejam de verdade, sintam.
Rodrigo
Eu
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terça-feira, 23 de março de 2010

Sigo meu caminho, sigo só, sem ninguém para atrapalhar
Ando em passos pequenos, mas às vezes longo
Não tenho pressa, mas queria que viesse o mais rápido possível
Tenho sede, mas desejo apenas algum lugar para descansar
Correr não adianta, mas não precisa ser devagar demais
As vezes sinto que estou parando no tempo e no ar
Isso só me prejudica, deveria está caminhando em alguma direção
Sigo um rumo sem saber o destino, sem saber o caminho
Outras coisas e pessoas me completam, mas estou sozinho
Continuo seguindo só, sem precisar dar explicações
Sem precisar dizer para onde vou, com quem e o que irei fazer
Congelando meus pensamentos, vejo a terra girar
Daniel Lima
Estou presente em todos
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Após um período em silêncio, eis que retorno. Faz um tempo que não venho deixa aqui minha marca, mas finalmente as ideias me voltaram rs. Nesse texto falo de algo sutil e com o passar do tempo vista de uma maneira equivocada por nós. Espero que gostem.
Estou presente em todos;
Mas em muitos fui sendo morta aos poucos.
Com o passar do tempo fui sendo vista de uma maneira modificada e errada;
Mas em essência continuo inalterada.
Dizem faço as pessoas chorarem e fraquejarem;
Na verdade só me faço presente para elas enxergarem.
Não mostro o que se lê nas primeiras linhas;
Indico-lhe as entrelinhas.
Você não precisa de mim para ver o que está exposto;
Mas observando bem os olhos, revelo-lhe o que se esconde atrás de um rosto.
Sua pele não precisa de mim para sentir um vendaval violento;
Mas faço com que sinta a sutileza de uma brisa que passa num breve momento.
Você não precisa de mim para notar a gritaria de um louco varrido;
Mas para notar o que, não em palavras, está sendo dito.
Estou presente em todos, mas não necessariamente sou uma personalidade ou identidade;
Eu me chamo, sensibilidade.
Rodrigo
Estou presente em todos;
Mas em muitos fui sendo morta aos poucos.
Com o passar do tempo fui sendo vista de uma maneira modificada e errada;
Mas em essência continuo inalterada.
Dizem faço as pessoas chorarem e fraquejarem;
Na verdade só me faço presente para elas enxergarem.
Não mostro o que se lê nas primeiras linhas;
Indico-lhe as entrelinhas.
Você não precisa de mim para ver o que está exposto;
Mas observando bem os olhos, revelo-lhe o que se esconde atrás de um rosto.
Sua pele não precisa de mim para sentir um vendaval violento;
Mas faço com que sinta a sutileza de uma brisa que passa num breve momento.
Você não precisa de mim para notar a gritaria de um louco varrido;
Mas para notar o que, não em palavras, está sendo dito.
Estou presente em todos, mas não necessariamente sou uma personalidade ou identidade;
Eu me chamo, sensibilidade.
Rodrigo
Estão enganando você
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sábado, 2 de janeiro de 2010
Não é novidade para ninguem que a TV nos engana, e muito. Tambem não é novidade que eu sempre critico a TV, mas um caso em especial mostra que o que ocorre na frente das câmeras é mais falso do que pensávamos.
Fim ,de ano, tempo de festa, fraternidade e boa vontade correto? Normalmente sim, mas nem sempre, a mesquinharia e prepotência de certos "formadores de opinião", não a minha, fazem com que nos perguntemos até onde vai a falsidade de certos indivíduos. Alguns devem ter visto que no Jornal da Record, com Boris Casoy, ao dar a notícia do prêmio da MEGA-SENA o facínora (sim, um trapaceiro que engana a todos) do Boris Casoy esqueceu que o microfone estava ligado e expressou com clareza a sua preconceituosa, burra e prepotente opinião a respeito do que ele mesmo chamou de "o mais baixo na escala do trabalho", os garis.
Vemos todas as noites ele dar notícias de todos os assuntos possíveis, mas daí me vem a pergunta, será que sempre depois de uma notícia de tragédia ele não cai na gargalhada? Por que ao que parece ele se julga superior, não me surpreenderia saber depois que ele faz comentários do tipo "hahaha bando de favelados, não tem onde morar e agora vem o barranco por cima num dia de chuva, bem feito". Pessoas o veem e pensam "esse cara é sério, sempre critica tudo que tá errado" e o seu bordão "isso é uma vergonha", agora serve muito bem para se referir a ele mesmo. E tambem não vai me surpreender quando, num tentativa de enganar mais uma vez, ele surja com um falço pedido de desculpas. Deixem os microfones ligados e vejam como ele estará sendo "sincero" quando as câmeras forem desligadas.
Preconceito nunca vem junto com inteligência, já havia dito isso e reforço. De que adianta uma grande carga de informação sem uma boa formação? Certos indivíduos simplesmente ao longo da vida se armam, colecionam artifícios para fazer a mais perfeita máscara, para esconder a verdadeira face, tal qual um fantasma da ópera que se mostra apenas pela metade.
O que faz com que alguem se julgue superior aos demais ou ao resto como alguns preferem chamar? Dinheiro? Bom, dignidade e carater não se compra. Estatus social? Isso só devia ser dado a quem merece. Entrada franca em festas glamourosas? Tal futilidade com certeza agrada aos vazios.
Resolvi fazer esse texto por que me indignou o fato de um sugeitinho como aquele, seguir enganando a todos durante todo tempo e atrás das câmeras simplesmente rir dos outros como se todos fossem palhaços que servissem para sua diversão.
Boris Casoy esquece que, nos bairros de luxo, cujos moradores abastados comportam-se como se não tocassem o mesmo chão que nós, como se fossem divindades, não haveria tanta beleza se não fosse o gari "do alto de suas vassouras", como ele mesmo fala, para limpar as ruas e calçadas, não haveriam os belos jardins se não fossem os jardineiros, para cuidar e nem suas belas casas sem os pedreiros para construir. Ele esquece que esse país não é mantido por ele, por que ele não conserta nada, não participa da manutenção de nada. É um pássaro de bela plumagem vivendo em sua gaiola, algo para apenas ser visto, algo que possivelmente não vê a realidade por que seu horizonte é limitado, está preso a preconceito, prepotência e falso senso de poder.
Aos que se interessarem em ver o vídeo o link se encontra abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=0H9znNpeFao
E o pedido de desculpas
http://www.youtube.com/watch?v=AXg6L9OtMTY
Rodrigo
Fim ,de ano, tempo de festa, fraternidade e boa vontade correto? Normalmente sim, mas nem sempre, a mesquinharia e prepotência de certos "formadores de opinião", não a minha, fazem com que nos perguntemos até onde vai a falsidade de certos indivíduos. Alguns devem ter visto que no Jornal da Record, com Boris Casoy, ao dar a notícia do prêmio da MEGA-SENA o facínora (sim, um trapaceiro que engana a todos) do Boris Casoy esqueceu que o microfone estava ligado e expressou com clareza a sua preconceituosa, burra e prepotente opinião a respeito do que ele mesmo chamou de "o mais baixo na escala do trabalho", os garis.
Vemos todas as noites ele dar notícias de todos os assuntos possíveis, mas daí me vem a pergunta, será que sempre depois de uma notícia de tragédia ele não cai na gargalhada? Por que ao que parece ele se julga superior, não me surpreenderia saber depois que ele faz comentários do tipo "hahaha bando de favelados, não tem onde morar e agora vem o barranco por cima num dia de chuva, bem feito". Pessoas o veem e pensam "esse cara é sério, sempre critica tudo que tá errado" e o seu bordão "isso é uma vergonha", agora serve muito bem para se referir a ele mesmo. E tambem não vai me surpreender quando, num tentativa de enganar mais uma vez, ele surja com um falço pedido de desculpas. Deixem os microfones ligados e vejam como ele estará sendo "sincero" quando as câmeras forem desligadas.
Preconceito nunca vem junto com inteligência, já havia dito isso e reforço. De que adianta uma grande carga de informação sem uma boa formação? Certos indivíduos simplesmente ao longo da vida se armam, colecionam artifícios para fazer a mais perfeita máscara, para esconder a verdadeira face, tal qual um fantasma da ópera que se mostra apenas pela metade.
O que faz com que alguem se julgue superior aos demais ou ao resto como alguns preferem chamar? Dinheiro? Bom, dignidade e carater não se compra. Estatus social? Isso só devia ser dado a quem merece. Entrada franca em festas glamourosas? Tal futilidade com certeza agrada aos vazios.
Resolvi fazer esse texto por que me indignou o fato de um sugeitinho como aquele, seguir enganando a todos durante todo tempo e atrás das câmeras simplesmente rir dos outros como se todos fossem palhaços que servissem para sua diversão.
Boris Casoy esquece que, nos bairros de luxo, cujos moradores abastados comportam-se como se não tocassem o mesmo chão que nós, como se fossem divindades, não haveria tanta beleza se não fosse o gari "do alto de suas vassouras", como ele mesmo fala, para limpar as ruas e calçadas, não haveriam os belos jardins se não fossem os jardineiros, para cuidar e nem suas belas casas sem os pedreiros para construir. Ele esquece que esse país não é mantido por ele, por que ele não conserta nada, não participa da manutenção de nada. É um pássaro de bela plumagem vivendo em sua gaiola, algo para apenas ser visto, algo que possivelmente não vê a realidade por que seu horizonte é limitado, está preso a preconceito, prepotência e falso senso de poder.
Aos que se interessarem em ver o vídeo o link se encontra abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=0H9znNpeFao
E o pedido de desculpas
http://www.youtube.com/watch?v=AXg6L9OtMTY
Rodrigo
Incentivo a miséria intelectual
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Sem rodeios, vou direto ao ponto
Recentemente vi uma coisa, que sinceramente já não me surpreende, embora eu lamente. Num determinado canal de TV, um baterista de uma bandinha fulera, dessas cheias de playboyzinhos, que não tem nada a dizer ou acrescentar, simplesmente resolveram sacanear uma fã, o que a meu ver reflete o modo como os idiotas vêem os outros idiotas que se prestam a chorar, sofre por eles e dar crédito a tais criaturas.
O Indivíduo, resolveu fazer o seguinte, mijar num copo e, misturado a gelo e suco de uva, dar para uma fã beber. A demente bebeu, e os palhaços se divertiam. Os caras fazem um som de merda, tem gente que compra a porcaria que eles vendem e eles ainda se acham superiores, agem como se fossem totalmente independentes, como se o fãs fossem feitos para serem pisados. E de certa forma, infelizmente, o são.
Digo isso não para todos os que acompanham o trabalho de um determinado artista, mas para aqueles que não se dão o devido valor, choram, sofrem, gastam fortunas com o que não vale a pena. Como já havia dito em outros textos, continuam se concentrando apenas na casca.
É impressionante como há hoje em dia bandinhas de adolescentes, do tipo que não fazem música, do tipo que só querem aparecer na Globo, só querem zoar, do tipo vazias. A lista é quase infinita, é como uma praga, uma infecção que se propaga sem controle. Não falo aqui de bandinhas adolescentes por ser contra adolescentes, afinal não faz muitos anos eu era um, só acho que existem adolescentes e adolescentes, quem disse que pra ser adolescente precisa ser irracional?
Há hoje um incentivo a miséria intelectual, um incentivo ao retrocesso. Logo, logo não estaremos falando, apenas urrando. Nos anestesiam e tentam, e infelizmente conseguem, nos fazer crer que isso é bom, que estamos num caminho certo. Faço aqui um apelo, para que não nos afundemos ainda mais, aprendam a ponderar, balancear, avaliar. Não engulam tudo o que lhes oferecem, não acreditem quando lhes disserem que suas reflexões são bobagens, preencham o imenso vazio interior que todos temos com algo que realmente preencha espaço e não que apenas se entulhe e se acumule, pois isso de que venho hoje reclamar, não é nem o começo.
Recentemente vi uma coisa, que sinceramente já não me surpreende, embora eu lamente. Num determinado canal de TV, um baterista de uma bandinha fulera, dessas cheias de playboyzinhos, que não tem nada a dizer ou acrescentar, simplesmente resolveram sacanear uma fã, o que a meu ver reflete o modo como os idiotas vêem os outros idiotas que se prestam a chorar, sofre por eles e dar crédito a tais criaturas.
O Indivíduo, resolveu fazer o seguinte, mijar num copo e, misturado a gelo e suco de uva, dar para uma fã beber. A demente bebeu, e os palhaços se divertiam. Os caras fazem um som de merda, tem gente que compra a porcaria que eles vendem e eles ainda se acham superiores, agem como se fossem totalmente independentes, como se o fãs fossem feitos para serem pisados. E de certa forma, infelizmente, o são.
Digo isso não para todos os que acompanham o trabalho de um determinado artista, mas para aqueles que não se dão o devido valor, choram, sofrem, gastam fortunas com o que não vale a pena. Como já havia dito em outros textos, continuam se concentrando apenas na casca.
É impressionante como há hoje em dia bandinhas de adolescentes, do tipo que não fazem música, do tipo que só querem aparecer na Globo, só querem zoar, do tipo vazias. A lista é quase infinita, é como uma praga, uma infecção que se propaga sem controle. Não falo aqui de bandinhas adolescentes por ser contra adolescentes, afinal não faz muitos anos eu era um, só acho que existem adolescentes e adolescentes, quem disse que pra ser adolescente precisa ser irracional?
Há hoje um incentivo a miséria intelectual, um incentivo ao retrocesso. Logo, logo não estaremos falando, apenas urrando. Nos anestesiam e tentam, e infelizmente conseguem, nos fazer crer que isso é bom, que estamos num caminho certo. Faço aqui um apelo, para que não nos afundemos ainda mais, aprendam a ponderar, balancear, avaliar. Não engulam tudo o que lhes oferecem, não acreditem quando lhes disserem que suas reflexões são bobagens, preencham o imenso vazio interior que todos temos com algo que realmente preencha espaço e não que apenas se entulhe e se acumule, pois isso de que venho hoje reclamar, não é nem o começo.
O link do referido vídeo encontra-se abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=zuuCh5-R0sQ
Rodrigo
Dom Quixote
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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O que são as causa perdidas? Será que são perdidas ou sem elas nos perdemos? Respeito ao próximo, amor, sensibilidade, nosso lar, tudo ignorado e desvalorizado, primeiro por terceiros e depois por nós mesmos. Estou eu mais uma vez observando.
Nossa sociedade está se matando
-Sou o otário que acha que todos merecem respeito
Nossas crianças estão sendo abandonadas e abusadas
-Sou o ingênuo que ainda vê valor na inocência
Nosso lar está sendo destruído por nós
-Sou o lobo solitário que vê seu lar maculado e acha que não devemos ser um câncer, uma infecção que necrosa tudo a nossa volta
Nossos ideais foram esquecidos após terem sido substituídos
-Sou o louco que fala sozinho achando que ainda existe certo e errado
Estamos anestesiados a tudo por achar que nossas vidas tem que ser como diz a TV
-Sou o cara que grita sabendo que você não escuta por que me iludi achando que ainda estavas vivo
Nossas ilusões, potenciais sonhos e realizações são ignoradas por nós
-Sou o cego que ainda não viu que viemos aqui para trabalhar e não para perder tempo com uma bobagem chamada VIDA.
-Sou o otário que acha que todos merecem respeito
Nossas crianças estão sendo abandonadas e abusadas
-Sou o ingênuo que ainda vê valor na inocência
Nosso lar está sendo destruído por nós
-Sou o lobo solitário que vê seu lar maculado e acha que não devemos ser um câncer, uma infecção que necrosa tudo a nossa volta
Nossos ideais foram esquecidos após terem sido substituídos
-Sou o louco que fala sozinho achando que ainda existe certo e errado
Estamos anestesiados a tudo por achar que nossas vidas tem que ser como diz a TV
-Sou o cara que grita sabendo que você não escuta por que me iludi achando que ainda estavas vivo
Nossas ilusões, potenciais sonhos e realizações são ignoradas por nós
-Sou o cego que ainda não viu que viemos aqui para trabalhar e não para perder tempo com uma bobagem chamada VIDA.
Rodrigo
P.S.: Como fonte de inspiração para esse curto texto tive a música que tambem se chama Dom Quixote do grupo Engenheiros do Hawaii, onde se trata exatamente das chamadas causas perdidas.
Integrados sim, mecanizados e substituíveis não
10
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sábado, 14 de novembro de 2009

Como sempre começo falando diretamente com você que lê. Esse texto nasceu de uma longa observação, não totalmente aqui abordada, é mais um resumo, mas serve para que vejam o quero dizer com relação ao modo de vida superficial que vemos hoje. Espero que gostem
Como sempre observando, reafirmei uma conclusão a qual já havia chegado há tempos, estamos nos mecanizando. Tudo a nossa volta, a nossa rotina, carga horária e, principalmente, mídia, nos levam a trilhar um labirinto, onde nunca ampliamos horizontes, onde nunca podemos olhar a não ser para os lados, sempre buscando uma saída, que nunca achamos, para um problema que normalmente é feito para que não haja saída.
Aqui vejo espaço para reavivar minhas ideias abordadas no meu primeiro texto “abrindo os olhos” e no texto onde falo sobre o mito da caverna, “ofuscando os olhos”, onde nos limitamos, ou muitas vezes nos deixamos limitar. Observando com muita frieza posso ver que temos a seguinte PROGRAMAÇÃO, nascer, estudar para realizar uma função (até onde sei busca-se conhecimento pelo prazer, ou pelo menos devia ser assim), realizar essa função e depois esperar nossas peças falharem, se desgastarem pouco a pouco até que... apagamos.
Onde estão nossos propósitos? Vivemos por que queremos ou sempre estamos querendo por que não vivemos? Somos levados a pensar que nossos questionamentos são bobagens, que não vão levar a nada, induzidos a não pensar, apenas executar. Comportamos-nos como se tivéssemos nascido para isso apenas para servir, ando pela rua e vejo uma ambulância indo socorrer alguém e inevitavelmente penso “lá vão eles concertar mais uma peça”.
Como abrir os olhos ou ofuscá-los se diariamente somos vendados e anestesiados? A lágrima que escorre nos nossos rostos de tanto rir com a piada da TV, poderia ser de tristeza se descobríssemos que na verdade rimos de nós mesmos, feitos de tolos e enganados. E riríamos até cair no chão ao ver na mesma TV candidatos achando que nos convenceriam com suas falsas promessas, isso sim seria de matar de rir.
Afogamos-nos em trabalho e quando lidamos com a vida não sabemos o que fazer, mas a vida de verdade não a que o fantástico ou a rede globo como um todo tenta nos fazer crer que é uma vida. Começando um dia vendo Ana Maria Braga falando com um papagaio de espuma e ensinando a fazer pratos sofisticados uma nação onde muitos mal tem um pão e muitas vezes para toda uma família, encerramos o dia com o William Boner nos pedindo para acessar o site e votar para saber se Obama olhou ou não pro rabo de uma estudante e iniciamos a semana com Fausto Silva nos fazendo grudar na frente da TV e acreditar que a “dança dos famosos” é algo importante. Por que não dar nome aos bois?
“Não penso, não existo, só assisto”. Somos pautados pelo que usamos e vestimos, viramos garotos propaganda que trabalham de graça e somos levados a crer que isso é bom, repetimos ideias dos outros sem filtrá-las e dizemos que temos opinião. Como sempre nos concentramos na casca, sem querermos nos aprofundar, nos contentamos com aquilo que nos é mostrado. Hoje vivemos achando que conhecemos lugares e gente sem sair de casa, pela tela de um computador. Pra que sair, pra descobrir novas coisas, novas sensações e ver a vida de outra forma? Não, isso é perigoso (não para nós), é o que disfarçadamente nos dizem.
Nossa liberdade vem junto com proporcional responsabilidade, mas até onde sou livre? O que me faz deixar que um “governante” me diga o que fazer e aja como se estar naquele cargo fosse um legitimo direito dele? Esquecemos que eles nos representam, que nós é que os colocamos lá, que não fazemos parte de uma manada, que eles é quem devem trabalhar para nós e que eles por si só não formam uma nação. Devemos fazer nossa parte e parar de esperar que as coisas se resolvam por conta própria, por milagre ou qualquer outra razão impossível que apenas serve para nos eximir de culpa e responsabilidade. Não devemos nos “acomodar com o que incomoda” (TM).
P.S. : A frase “não penso, não existo, só assisto” vi num desenho mural (grafite se assim quiser chamar) onde, bem simbolizado, havia um homem sentado numa cadeira e no lugar de sua cabeça havia a logo da rede globo. Não sei quem é o autor.
Rodrigo
Como sempre observando, reafirmei uma conclusão a qual já havia chegado há tempos, estamos nos mecanizando. Tudo a nossa volta, a nossa rotina, carga horária e, principalmente, mídia, nos levam a trilhar um labirinto, onde nunca ampliamos horizontes, onde nunca podemos olhar a não ser para os lados, sempre buscando uma saída, que nunca achamos, para um problema que normalmente é feito para que não haja saída.
Aqui vejo espaço para reavivar minhas ideias abordadas no meu primeiro texto “abrindo os olhos” e no texto onde falo sobre o mito da caverna, “ofuscando os olhos”, onde nos limitamos, ou muitas vezes nos deixamos limitar. Observando com muita frieza posso ver que temos a seguinte PROGRAMAÇÃO, nascer, estudar para realizar uma função (até onde sei busca-se conhecimento pelo prazer, ou pelo menos devia ser assim), realizar essa função e depois esperar nossas peças falharem, se desgastarem pouco a pouco até que... apagamos.
Onde estão nossos propósitos? Vivemos por que queremos ou sempre estamos querendo por que não vivemos? Somos levados a pensar que nossos questionamentos são bobagens, que não vão levar a nada, induzidos a não pensar, apenas executar. Comportamos-nos como se tivéssemos nascido para isso apenas para servir, ando pela rua e vejo uma ambulância indo socorrer alguém e inevitavelmente penso “lá vão eles concertar mais uma peça”.
Como abrir os olhos ou ofuscá-los se diariamente somos vendados e anestesiados? A lágrima que escorre nos nossos rostos de tanto rir com a piada da TV, poderia ser de tristeza se descobríssemos que na verdade rimos de nós mesmos, feitos de tolos e enganados. E riríamos até cair no chão ao ver na mesma TV candidatos achando que nos convenceriam com suas falsas promessas, isso sim seria de matar de rir.
Afogamos-nos em trabalho e quando lidamos com a vida não sabemos o que fazer, mas a vida de verdade não a que o fantástico ou a rede globo como um todo tenta nos fazer crer que é uma vida. Começando um dia vendo Ana Maria Braga falando com um papagaio de espuma e ensinando a fazer pratos sofisticados uma nação onde muitos mal tem um pão e muitas vezes para toda uma família, encerramos o dia com o William Boner nos pedindo para acessar o site e votar para saber se Obama olhou ou não pro rabo de uma estudante e iniciamos a semana com Fausto Silva nos fazendo grudar na frente da TV e acreditar que a “dança dos famosos” é algo importante. Por que não dar nome aos bois?
“Não penso, não existo, só assisto”. Somos pautados pelo que usamos e vestimos, viramos garotos propaganda que trabalham de graça e somos levados a crer que isso é bom, repetimos ideias dos outros sem filtrá-las e dizemos que temos opinião. Como sempre nos concentramos na casca, sem querermos nos aprofundar, nos contentamos com aquilo que nos é mostrado. Hoje vivemos achando que conhecemos lugares e gente sem sair de casa, pela tela de um computador. Pra que sair, pra descobrir novas coisas, novas sensações e ver a vida de outra forma? Não, isso é perigoso (não para nós), é o que disfarçadamente nos dizem.
Nossa liberdade vem junto com proporcional responsabilidade, mas até onde sou livre? O que me faz deixar que um “governante” me diga o que fazer e aja como se estar naquele cargo fosse um legitimo direito dele? Esquecemos que eles nos representam, que nós é que os colocamos lá, que não fazemos parte de uma manada, que eles é quem devem trabalhar para nós e que eles por si só não formam uma nação. Devemos fazer nossa parte e parar de esperar que as coisas se resolvam por conta própria, por milagre ou qualquer outra razão impossível que apenas serve para nos eximir de culpa e responsabilidade. Não devemos nos “acomodar com o que incomoda” (TM).
P.S. : A frase “não penso, não existo, só assisto” vi num desenho mural (grafite se assim quiser chamar) onde, bem simbolizado, havia um homem sentado numa cadeira e no lugar de sua cabeça havia a logo da rede globo. Não sei quem é o autor.
Rodrigo
A batalha
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Uma Armadura de fogo se sobrepôs a outra de aço
Sou um dos vários cavaleiros do apocalipse
Meus objetivos não serão destruídos inutilmente
Eu estava em puro ódio, rancor e destruição interior
Um anjo selvagem veio a luta para evitar a destruição
Asas longas, um brilho etéreo único dos seres angelicais
Veio salvar nem que fosse ilusoriamente a humanidade
Trazia consigo um baú misterioso que brilhava como ouro
Jogou-o no chão e começou a batalha celestial
O inicio do Armageddon acabara de começar
Fomos para as mais profundas águas do oceano
Causamos Tsunamis, ressacas marítimas e destruição
Era o início da minha suposta vitória e o fim da vida humana
Sofrimento era o que estava escrito nos meus olhos
Esperança estava visível no peito do ser angelical
Mas palavra nenhuma descreveria esta batalha
Trovões, relâmpagos, raios e temporais avisam da nossa chegada
Estávamos próximos da destruição humana
O desespero começou a tomar conta do selvagem anjo
Ele lutava com suas ultimas forças enquanto eu sorria
Chegando próximo ao litoral, olhamos e o que vimos foi destruição
Levantei os braços e gritei vitorioso com o estrago feito
Meu adversário olhou para mim, olhou para a terra e chorou
Cabisbaixo, simplesmente saiu do mar, pegou seu baú e foi embora
Perguntei se não iria ao menos tentar salvar os sobreviventes
Ele me respondeu que tudo o que estávamos fazendo era inútil
Pelo fato de que eles próprios estavam cometendo suicídio
Estavam destruindo seus lares com guerras, poluição e desgraças
Não adiantaria ficar lutando inutilmente se eles iriam morrer mesmo
Antes que fosse embora fiz a ultima pergunta para ironizar
Para que trouxe esse baú se não o utilizou em momento algum
Ele me respondeu que era uma coisa simples que não precisaria mostrar
Estava o tempo todo amostra e veio trazer para os humanos
Dentro do baú estava o pouco que restava da esperança
Brilhou, iluminou o mundo e sumiu para jamais voltar
O fim da espécie humana estava próxima, lutar contra era perdido
O homem é seu próprio assassino e nem percebe o suicídio
Daniel Lima
Sou um dos vários cavaleiros do apocalipse
Meus objetivos não serão destruídos inutilmente
Eu estava em puro ódio, rancor e destruição interior
Um anjo selvagem veio a luta para evitar a destruição
Asas longas, um brilho etéreo único dos seres angelicais
Veio salvar nem que fosse ilusoriamente a humanidade
Trazia consigo um baú misterioso que brilhava como ouro
Jogou-o no chão e começou a batalha celestial
O inicio do Armageddon acabara de começar
Fomos para as mais profundas águas do oceano
Causamos Tsunamis, ressacas marítimas e destruição
Era o início da minha suposta vitória e o fim da vida humana
Sofrimento era o que estava escrito nos meus olhos
Esperança estava visível no peito do ser angelical
Mas palavra nenhuma descreveria esta batalha
Trovões, relâmpagos, raios e temporais avisam da nossa chegada
Estávamos próximos da destruição humana
O desespero começou a tomar conta do selvagem anjo
Ele lutava com suas ultimas forças enquanto eu sorria
Chegando próximo ao litoral, olhamos e o que vimos foi destruição
Levantei os braços e gritei vitorioso com o estrago feito
Meu adversário olhou para mim, olhou para a terra e chorou
Cabisbaixo, simplesmente saiu do mar, pegou seu baú e foi embora
Perguntei se não iria ao menos tentar salvar os sobreviventes
Ele me respondeu que tudo o que estávamos fazendo era inútil
Pelo fato de que eles próprios estavam cometendo suicídio
Estavam destruindo seus lares com guerras, poluição e desgraças
Não adiantaria ficar lutando inutilmente se eles iriam morrer mesmo
Antes que fosse embora fiz a ultima pergunta para ironizar
Para que trouxe esse baú se não o utilizou em momento algum
Ele me respondeu que era uma coisa simples que não precisaria mostrar
Estava o tempo todo amostra e veio trazer para os humanos
Dentro do baú estava o pouco que restava da esperança
Brilhou, iluminou o mundo e sumiu para jamais voltar
O fim da espécie humana estava próxima, lutar contra era perdido
O homem é seu próprio assassino e nem percebe o suicídio
Daniel Lima
